Cadeiras cultivadas — Projeto Full Grown
O designer Gavin Munro mudou as regras do design ao cultivar cadeiras, em vez de cortar árvores para fabricar móveis. Com o uso de estruturas especiais, brotos jovens de salgueiro ou carvalho são cuidadosamente guiados e enxertados diretamente no campo. Após vários anos, surge uma cadeira monolítica — sem pregos e sem uma gota de cola. Esses móveis duram décadas e carregam a energia da madeira viva. Trata-se de um investimento de longo prazo em design, que cresce junto com o proprietário e relembra valores como paciência e harmonia com a natureza.
Couro de cacto — luxo e qualidade
O projeto mexicano Desserto desenvolveu um couro de alta qualidade a partir das folhas do cacto nopal. Diferentemente do couro animal ou dos substitutos sintéticos à base de plástico, o couro de cacto exige pouca água e não contém plástico. Sofás e poltronas estofados com esse material são altamente duráveis, respiráveis e agradáveis ao toque. Para a indústria do luxo, isso representou um verdadeiro resgate: as marcas passaram a criar interiores premium sem comprometer os ecossistemas. Em 2026, o couro de cacto consolidou-se como um novo padrão entre as grifes de luxo.
Micélio — concreto fúngico na sua sala de estar
O micélio, a rede de raízes dos fungos, é apontado como um supermaterial do futuro. Os fabricantes depositam um substrato feito de resíduos agrícolas em moldes e, em poucas semanas, o micélio coloniza a forma, ligando as partículas em blocos ultrarresistentes, leves e resistentes ao fogo. Cadeiras e mesas produzidas com micélio apresentam uma superfície aveludada e uma resistência surpreendente. Ao final de sua vida útil, esses móveis podem ser desmontados e enterrados em um jardim, onde se transformam em adubo. É o triunfo de um produto que retorna integralmente ao ciclo natural.
Lâmpadas bioluminescentes — luz viva sem fios
Designers também aprenderam a explorar o brilho natural de determinadas bactérias e algas marinhas. Colônias desses microrganismos vivem dentro de tubos de vidro, alimentando-se de dióxido de carbono e luz solar durante o dia e emitindo, à noite, um brilho suave e quase mágico. Além de iluminar, essas lâmpadas ajudam a purificar o ar interno. Trata-se de uma simbiose funcional, em que um objeto doméstico se transforma em um companheiro vivo, que exige cuidado e atenção para continuar iluminando o ambiente.
Celulose bacteriana — móveis feitos de kombuchá
A cultura de kombucha produz uma camada de material resistente, semelhante a pergaminho ou a um couro fino. Designers vêm explorando esse processo para criar abajures, divisórias e elementos decorativos. O material é cultivado em cubas de chá adoçado e moldado conforme a forma desejada. A celulose bacteriana resultante é totalmente translúcida à luz, gerando efeitos visuais singulares nos interiores. Trata-se de uma das formas mais acessíveis de biodesign, que pode ser aplicada inclusive em apartamentos urbanos.
Calcita — coral como elemento arquitetônico
Por meio da precipitação mineral da água do mar sob uma corrente elétrica de baixa intensidade (Biorock), designers cultivam o que chamam de “pedra viva” para hotéis subaquáticos e vilas costeiras. O material torna-se mais duro que o concreto e possui a capacidade de se regenerar continuamente. Em 2026, elementos produzidos com calcita cultivada passaram a simbolizar proeza tecnológica aliada à consciência ecológica. São estruturas e móveis que se fortalecem com o tempo, extraindo carbonato de cálcio da água ao redor para sustentar o próprio crescimento.
Têxteis feitos de algas marinhas
As fibras da alga marinha marrom passaram a servir de base para tapetes e cortinas com propriedades antibacterianas, capazes de enriquecer o ar interno com iodo. O cultivo de algas marinhas dispensa o uso de terra e fertilizantes, o que faz desse tecido um dos mais sustentáveis do mundo. Sedoso ao toque e naturalmente resistente ao fogo, o material introduz nos interiores uma atmosfera que remete a resorts à beira-mar, onde cada elemento contribui para o bem-estar e a saúde dos ocupantes.
Paredes vivas — fotossíntese no quarto
Em vez do papel de parede tradicional, surgem painéis com microalgas (Chlorella), verdadeiras imagens vivas. Essas paredes absorvem ativamente dióxido de carbono e produzem oxigênio em volumes comparáveis aos de uma árvore adulta. O sistema é controlado por aplicativo, permitindo ajustar a intensidade da cor por meio da regulação da luz e dos nutrientes. Em 2026, essa solução vai além da decoração: trata-se de um sistema de suporte à vida, capaz de tornar o ar de um apartamento urbano tão puro quanto o de uma floresta de coníferas.
-
Grand Choice
Contest by
InstaForexInstaForex always strives to help you
fulfill your biggest dreams.PARTICIPE DO CONCURSO -
Chancy DepositDeposite US $ 3.000 em sua conta e receba $1000 mais!
Em Fevereiro nós sorteamos $1000 na campanha Chancy Deposit!
Tenha a chance de ganhar, depositando $3,000 em sua conta de negociação. Após cumprir essa condição, você se torna um participante da campanha.PARTICIPE DO CONCURSO -
Trade Wise, Win DeviceAbasteça a sua conta com pelo menos $500, inscreva-se no concurso e tenha a chance de ganhar dispositivos móveis.PARTICIPE DO CONCURSO

563
8